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O que é verdadeiramente imoral é desistir de si mesmo.” Clarice Lispector. Quem sou eu?

Psicóloga, Mestra em Psicologia, Especialista em Psicologia Clínica – CRP:09/6197, saiba mais...

Últimas do blog

O problema não é o amor, é a forma romântica como amamos

Quando penso na palavra romântico, quase que automaticamente me vem a imagem de um homem gentil, educado, cavalheiro, daqueles que abre a porta do carro, leva flores, e faz juras de amor ao pé do ouvido. Quase que o sonho de toda mulher, não é mesmo? Mas, na verdade,... read more

Autoestima: amar-se para ser verdadeiramente amado

Particularmente acho desafiador falar autoestima ou amor próprio sem cair nos clichês de autoajuda. Parece que é conhecimento de todos que autoestima é um componente essencial da saúde mental e bem estar, mas percebo que, paradoxalmente, investimos muito pouco nela.

Os alardes dos profissionais da saúde falando sobre a importância do amor próprio embora acessem as pessoas, muitas vezes deixa um vazio no COMO.

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Quando o amor mata: sobre os crimes passionais

Tenho ficado imensamente preocupada com aumento dos índices de morte por crimes denominados passionais. Estes crimes tem como característica a violência engatilhada por situações amorosas mal resolvidas e, infelizmente, tem se tornado uma prática comum.
Vejo muitas discussão a respeito da violência de gênero, de violência contra mulher que eu acho extremamente válida. Mas eu não vejo ninguém falando sobre como estamos adoecendo em nome daquilo que acreditamos ser amor.
Nossa visão de amor está completamente distorcida e tem fundamentado atos de violência e não existe uma única campanha de prevenção que aborde esse assunto nessa perspectivas.

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Ciúmes e insegurança nos relacionamentos

Existe uma crença dentro do modelo do amor romântico, que é o modelo de amor que fundamenta os relacionamentos na nossa cultura, de que se não houver ciúmes não existe amor.

Essa crença, historicamente, vem do modelo anterior ao amor romântico, o amor cortês, que data de 1700. A crença se mostra tão arraigada que associa, muitas vezes, maior amor a quem tem mais ciúmes.

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